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Postado por em nov 15, 2017 em Blog | 0 Comentários

Por que é necessário o controle de caramujos?

Controle de caramujos

controle de caramujos

Trazidos para o Brasil com a intenção de introduzir sua presença na gastronomia local, os caramujos se disseminaram e hoje são pragas que afetam campos e cidades. Esses moluscos tornaram-se problema de saúde pública devido a sua capacidade de transmitir diversas doenças como meningite, estrongiloidíase e esquistossomose. Devido ao perigo dessas doenças, surge então a necessidade da realização de um controle de caramujos.

Existem diversas espécies de caramujos que estão presentes no cotidiano de plantações e centros urbanos, e cada uma dessas possui diferentes hábitos e características. O maior risco relativo ao aparecimento desses moluscos é sua capacidade de reprodução acelerada que somada à falta de predadores e facilidade de alimentação tornam seu controle difícil. Esses animais consomem desde a tinta dos imóveis até as plantas presentes e a maior ameaça oferecida por eles é a liberação de muco contaminado em plantações.

Além de destruírem plantações e causarem prejuízos, os caramujos podem contaminar legumes, frutas e verduras, que se forem mal lavadas e ingeridas pelos humanos irá transmitir doenças. Como dito, existem variadas espécies de caramujos, e cada uma delas é responsável pela transmissão de certas doenças. Veja abaixo os tipos de caramujos mais presentes e seus riscos:

1. Caramujo aquático

Pertencente ao gênero Biomphalaria, esses animais vivem nas águas doces de rios, lagos e açudes e podem ser extremamente perigosos pois podem vir a transmitir esquistossomose aos humanos.

Essa doença, também conhecida popularmente como barriga d’água é altamente perigosa e seus sintomas vão desde febre, tosse, dores musculares, vômito, até excreção de sangue na urina e fezes.

2. Caramujo gigante-africano

Introduzido propositalmente no Brasil em 1988, o Achatina fulica era destinado ao cultivo e comercialização para fins gastronômicos. Quando infectado por um parasita, essa espécie de caramujo pode transmitir até duas doenças perigosas, sendo elas a estrongiloidíase e a meningite.

Ambas são perigosas e atacam, respectivamente, o cérebro e o abdômen dos indivíduos. A estrongiloidíase causa lesões na pele, pulmões, intestino, além de anemia, diarréia e outros. Já a meningite faz as pessoas apresentarem sintomas como dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre, rigidez na nuca e outros.

Além dos cuidados constantes com a entrada em locais de água doce como rios e riachos, filtragem da água ingerida e proteção nos pés, é necessário também a contratação de um serviço de controle de caramujos periódico para evitar sua presença. Se você notar a presença em excesso desses bichos em seu imóvel, chame já a Tecnovet! Contate-nos e solicite um orçamento.

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